A frequência cardíaca é a coisa mais estável que um anel mede, o que faz dela a tendência mais fiável que lá tens. Uma frequência em repouso a descer ao longo de meses é dos sinais mais claros de forma física a melhorar que consegues sem um laboratório; uma que sobe merece ser percebida em vez de ignorada.
Estes textos cobrem que valores em repouso são normais por idade, como a frequência noturna difere de uma leitura diurna, como funcionam mesmo as zonas de treino e o que as estimativas de capacidade cardiovascular podem ou não dizer-te. O tema recorrente é a escala de tempo: as adaptações cardíacas aparecem em semanas e meses, por isso um dia isolado quase nada diz e um trimestre diz muito.
O Pedro Thomaz desenvolve o Vitra, uma aplicação de secretária que lê os dados do Oura contra a tua própria linha de base em vez de uma média populacional. Usa um anel diariamente há anos e vê estes mesmos números todas as manhãs — é daí que vem quase tudo o que aqui se escreve. O Vitra não é um dispositivo médico e nada neste blog é aconselhamento médico.
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