Esta é a prateleira prática: como exportar os teus dados, o que a API inclui e não inclui, que limitações são reais e como o Oura se compara às alternativas. Cobre também aquilo que o anel genuinamente não vê — treinos de aplicações terceiras, tudo o que acontece com ele fora do dedo, e a diferença entre uma medição e uma estimativa.
Saber onde os dados acabam faz parte de os ler bem. Um anel que apresenta um número para tudo convida à suposição de que tudo foi medido, e uma parte surpreendente é inferida. Estes textos são sobre usar o aparelho com uma ideia exata do que ele está a fazer.
O Pedro Thomaz desenvolve o Vitra, uma aplicação de secretária que lê os dados do Oura contra a tua própria linha de base em vez de uma média populacional. Usa um anel diariamente há anos e vê estes mesmos números todas as manhãs — é daí que vem quase tudo o que aqui se escreve. O Vitra não é um dispositivo médico e nada neste blog é aconselhamento médico.
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